A preferida

08Apr12

Tão bom!

03Mar12

O que eu já me ri, o que eu já concordei… Vale a pena ler:

Conto de Fuga.


:)

02Mar12

É tão importante conversar. É tão fundamental partilhar com quem se ama o que mais nos angustia. É tão bom quando somos capazes de o fazer. Eu demorei demasiado tempo. Ou o tempo suficiente.


26Feb12

Eu serei assim uma pessoa tão horrível?


22Feb12

Não sei quem inventou que o coração é a caixa onde guardamos o Amor, mas a metáfora serve-me perfeitamente.

Ao longo dos anos, a caixa aumenta e diminui, abre e fecha, sempre mutável e adaptável ao Amor e a todos os seus sentimentos satélites. Ao longo dos anos, a caixa dá de si, racha, por vezes, quebra. Então, alguém lhe pega (nós ou o Outro) e a reconstrói. Nunca da mesma forma, nunca uma caixa igual.

Por vezes, o mesmo Amor ocupa, simultaneamente, caixas diferentes, em cada uma delas o espaço que lhe pertence. Por vezes, o mesmo Amor, parte, simultaneamente, caixas diferentes, em cada uma delas, abre a fenda que lhe pertence. Se, como a seiva, o Amor for espesso o suficiente fechará ele próprio as feridas que abriu, ainda que possa demorar. Caixa cicatrizada.

Não vale a pena tentar proteger a caixa ou esconder as suas marcas com papel celofane e um laço a condizer. Saber esperar que o Amor se resolva a partir ou a ficar, saber aceitar a sua decisão (que nem sempre está nas nossas mãos) é a melhor forma de manter forte a sua caixa.

Hoje, doem-me as duas caixas que o Amor crescido magoou e a caixa que um Amor tenro, eu sei, vai magoar.


I ♥ you

18Feb12

Mala de poemas

12Feb12

O fim-de-semana foi cheio de actividade e de momentos bons.

No Sábado, arrumei o estúdio (finalmente!) e fiz as avaliações de todos os meus alunos. A sensação de ter o estúdio prontinho para trabalhar é muito boa. As fotografias ficam para um próximo post. O melhor de Sábado, contudo, foi a realização de um desejo de criança – a mala que mostram as imagens. Sempre quis ter uma mala de viagem antiga para encher de livros, de palavras… Agora, é o meu canto preferido da sala!

Hoje, o almoço foi em família e à tarde entrámos no mundo romântico de Romeu e Julieta, através da Companhia Nacional de Bailado, no Teatro Camões. Vale a pena ir ver.

Tem mesmo de acabar?




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